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segunda-feira, 27 de maio de 2013

REUNIÃO DE PAIS 1º TRIMESTRE

E o primeiro trimestre chega ao fim. Com ele, realizamos a nossa segunda reunião com os pais e/ou responsáveis. 
Iniciei com uma dinâmica bastante legal. A proposta principal era chamar a atenção para o trabalho individual e coletivo. Sozinhos, pouco realizamos!  Veja:
Alguns pais, o grupo e os individuais.



Individualmente a construção do boneco não ficou completo, mas o trabalho em equipe funcionou.


MENSAGEM:


quinta-feira, 23 de maio de 2013

VULCÕES

Vamos descobrir algumas curiosidades sobre os vulcões?

Vulcão corresponde a uma estrutura geológica que surge a partir da emissão de magma, gases e partículas quentes do interior da Terra para a superfície terrestre.

Os vulcões têm um formato cônico, quando estão em atividade liberam um grande volume de cinzas, gases e aerossóis na atmosfera, isso pode provocar um processo de resfriamento temporário. Todo conjunto de gases liberados enquadra-se com um tipo de poluição natural.

Os eventos vulcânicos são considerados uma grande catástrofe natural que diversas vezes apresentam resultados em nível global.

Esse fenômeno natural, assim como outros que acontecem, não é passível de previsões precisas, por isso muitas vezes produzem danos sem precedentes.

 Os prejuízos financeiros atingem diretamente o comércio imobiliário próximo às áreas dos vulcões, dificulta o turismo e desvia recursos públicos para reconstrução de cidades atingidas pelo fenômeno.

Os vulcões dispersos ao longo da superfície ocasionalmente estabelecem uma ligação com o encontro das placas tectônicas, os que não se encontram nessas regiões estão sobre os pontos quentes do planeta.

Os vulcões ativos têm sua energia originada em decorrência dos movimentos das placas litosféricas. Existem vulcões que permanecem propícios a entrar em erupção a qualquer momento, como os que se encontram na região do cinturão de fogo, ao redor do Oceano Pacífico.

Quando ocorre uma erupção acontece o desenvolvimento de explosões nas quais são expelidos lava e outros gases que formam nuvens turvas.

De uma forma simplificada, os vulcões são estruturas geológicas que promovem a emissão de magmas para a superfície e têm a função de uma válvula de escape de magma e gases.

Planetário na escola!

Aprender através de muita diversão! Com o Planetário Móvel no nosso colégio, pudemos descobrir muitas coisas interessantes sobre esse imenso universo. Nós adoramos!


FESTA DA FAMÍLIA

Tudo foi preparado com muito carinho, as lembrancinhas, a confecção dos painéis em homenagem ao artista brasileiro Romero Britto e principalmente a comemoração na sexta-feira, dia 17/05, no Teatro do Colégio. Confira nosso trabalho:










domingo, 12 de maio de 2013

Ano Internacional da cooperação pela Água.


Baseado no título do primeiro Relatório Mundial de Desenvolvimento de Recursos “Água para as pessoas; água, fonte de vida”, a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu proclamar, por meio da Resolução A/RES/58/217 [PDF - 29 KB], o período de 2005 a 2015 como a Década Internacional para Ação, “Água, fonte de vida”, iniciando-se no Dia Mundial da Água, em 22 de março de 2005.
A Resolução afirma que o objetivo principal da Década deve ser um foco maior nas questões relacionadas à água em todos os níveis, bem como na implementação de programas relacionados à água de forma a atingir os objetivos acordados internacionalmente sobre questões ligadas à água contidos na Agenda 21, nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas e no Plano de Implementação de Johannesburgo.

Água, fonte de vida: cooperação pela água

A principal tarefa que a comunidade internacional enfrenta hoje, no campo dos recursos hídricos, é a transformação de obrigações assumidas em ações concretas que devem ser implementadas para benefício das pessoas, dos ecossistemas e da biosfera de maneira geral.
Criar oportunidades de cooperação na gestão da água entre todas as partes interessadas, bem como aprimorar a compreensão sobre os desafios e os benefícios da cooperação pela água, são ações que podem ajudar na construção de respeito, entendimento e confiança mútuos entre os países, e também na promoção da paz, da segurança e do crescimento econômico sustentável.
  • Uma abordagem da cooperação pela água inclusiva e em múltiplos níveis. As questões sobre a gestão de recursos hídricos devem ser tratadas adequadamente nos níveis local, nacional, regional e internacional. Todas as partes interessadas, incluindo as organizações governamentais e internacionais, o setor privado, a sociedade civil e as universidades, devem engajar-se, dedicando atenção especial aos meios de vida das pessoas mais pobres e mais vulneráveis. As escolhas feitas no campo da gestão da água também devem ser consistentes com outras políticas governamentais, e vice-versa. De modo geral, decisões sobre aspectos sociais, políticos e econômicos devem ser tomadas de forma a buscar um equilíbrio e distribuir de forma justa a alocação dos recursos, sempre considerando os limites biofísicos do meio ambiente.
  • Abordagens inovadoras de cooperação pela água. É crucial mobilizar, em nível mundial, a vontade política e o comprometimento com as questões da água. Igualmente importantes são a visão de futuro e a boa vontade para considerar caminhos inovadores para abordar a cooperação nos níveis local, regional e internacional. Atualmente, debates abertos sobre as questões relacionadas aos recursos hídricos, bem como a ampla participação de cidadãos na tomada de decisões – fator-chave para promover a boa governança e um clima de responsabilidade e de transparência – podem estimular ações colaborativas e compromissos políticos. Promover uma cultura de consultas e aumentar capacidades participativas são ações que poderão ocasionar benefícios em todas as áreas, incluindo a gestão colaborativa de recursos hídricos.
  • Os benefícios da cooperação pela água. A história tem mostrado que a natureza vital da água doce é um grande incentivo para a cooperação e o diálogo, obrigando as partes interessadas a se reconciliarem, até mesmo nos pontos de vista mais divergentes. Frequentemente, a água une mais do que divide as pessoas e as sociedades
  • Fonte: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/2013-international-year-of-water-cooperation/water-cooperation/



ROMERO BRITTO

Vamos conhecer um pouco mais sobre este artista?
Romero é um artista plástico brasileiro, consagrado no mundo inteiro pela sua arte pop, nasceu em 6 de outubro de 1963. Na infância começou a demonstrar grande interesse e talento pelas artes, gostava de pintar em jornal e papelão.
Romero Britto
Romero Britto
Aos 14 anos, vendeu seu primeiro quadro à OEA ( Organização dos Estados Americanos). Desde jovem, enxergava na pintura uma forma de esperança à vida dura que tinha.
Estudou em escolas públicas, aos 17 anos, ingressou na Universidade Católica de Pernambuco para estudar Direito. Quando chegou aos EUA para trabalhar, tentou mostrar sua arte em galerias famosas.
Suas telas começaram a ser requisitadas, e tornou-se predileto entre as celebridades. Seu estilo pop de expressar cores vivas e traços fortes em suas telas chegou ilustrar diversas campanhas publicitárias, incluindo uma peça da vodka Absolut.
Muitos especialistas o criticam por ser um autor de obras de grande apelo comercial. A textura de suas telas é similar à da gráfica. O artista mora em Miami com sua esposa norte-americana. Nos 445 anos da cidade de São Paulo, o artista doou a escultura “Beach Ball”, instalada no terminal Tietê.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Romero_Britto
http://www.caras.com.br/secoes/noticias/noticias/10967/

Veja mais no site do artista:
http://www.britto.com/

Algumas de suas obras...





quinta-feira, 2 de maio de 2013

ECLIPSE

Eclipse é o escurecimento parcial ou total de um corpo celeste, provocado pela interposição de um outro corpo celeste. Os eclipses mais comuns e conhecidos são o do Sol e o da Lua.


Eclipse Solar
Neste caso, a Lua move-se para uma posição localizada entre o planeta Terra e o Sol.  Logo, a sombra da Lua incide sobre o nosso planeta. Esta sombra possui 170 quilômetros aproximadamente, possibilitando a visualização do fenômeno apenas nos países localizados dentro desta faixa. Nesta faixa, podemos classificar como sendo um eclipse solar total, pois o Sol fica totalmente encoberto pela Lua. Fora desta faixa, as pessoas podem visualizar apenas uma parte do Sol, ocorrendo o chamado eclipse solar parcial.


Eclipse Lunar 
Neste caso, a Lua passa através da sombra provocada por nosso planeta. Logo, a sombra do planeta Terra vai avançando pela face iluminada do Lua. Este tipo de eclipse ocorre na fase de Lua cheia.
www.suapesquisa.com.br


Veja o momento do eclipse lunar registrado na cidade de Rio Grande, RS, no ano de 2008.
Fotos: Letícia Madruga